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Futebol

  • Jul. 12th, 2009 at 6:14 PM
Corinthians 0 X 3 Grêmio

ADORO VER O CORINTHIANS PERDER!!!!!!!!


Momento Diva #1

  • Jul. 12th, 2009 at 5:42 PM


Aproveitando que o Marcelo foi almoçar na casa da avó dele, fiz um day spa aqui em casa! * E nem arrumei a minha cama.

Esfoliei e hidratei a pele do corpo inteiro, hidratei os cabelos, sequei com o secador e aproveitei para escová-los. Fiz as unhas e usei uma das cores mais bonitas da Coleção Divas, da Impala.





O Sophia é um vermelho bem clássico com um brilhinho que lembra o pink.... pena eu não saber tirar fotos! * Sim, aquela que aparece no fundo das fotos é a Mel.





E a diva que inspirou a Impala:
Sophia Loren

 

fonte: www.liveinitaly.com

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Nova Luz

  • Jul. 12th, 2009 at 12:43 PM
Nosso pretencioso prefeito tem um projeto que irá transformar o a região da Luz  em um bairro com a maior população habitacional de São Paulo.

Durante anos, houveram inúmeras tentativas frustradas de tirar a cracolândia de lá.

Será que ele vai entrar em acordo com os traficantes e mudar o endereço da cracolândia ou será que ele prevê o aumento dos usuários de crack e prostitutas e a massa se concentrará naquela região?

Mais sobre o assunto aqui: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u589541.shtml

Sr. Kassab, surpreenda-me!

bruno

  • Jul. 12th, 2009 at 12:10 AM
Não vi nem o Ali G nem o Borat, os filmes-personagem que o Sacha Baron Cohen fez antes deste Bruno, apesar de, é claro, estar familiarizado com as personagens, por causa dos programas de TV. Não sou grande fã do humor do SBC, embora me agrade um certo lado subversivo. Mas o facto de esse humor se basear muito em pôr os outros a ridículo, mesmo quando eles merecem, deixa-me quase sempre incomodado. É um humor que está muito próximo da humilhação e se há coisa que não suporto é ver alguém ser humilhado.

Fui então ver o Bruno porque tinha vontade de ver como é que ele utilizava a homossexualidade da personagem. Não estava à espera que o filme tivesse uma leitura muito plana acerca do assunto, nem gozando abertamente com os clichés ligados aos homossexuais, nem, pelo contrário, pondo a ridículo a homofobia. Ou seja, não me parecia que o filme tivesse uma leitura política. O que de facto acontece. O humor de SBC funciona demasiado como um rolo compressor para conseguir salvaguardar muitas subtilezas, apesar de ser um humor mais inteligente e mental do que parece.

Para falar com franqueza acho que o SBC utiliza demasiado o sexo como elemento desencadeante das situações. Não que isso me choque pessoalmente, mas acho que tem um efeito perverso: muitas vezes o filme esgota-se nesse incómodo, e o facto de ser todo construído sobre isso faz com que haja uma certa dissipação do cómico. Ou seja, ser provocador só faz sentido quando se pretende obter mais qualquer coisa do que uma simples reacção. É um terreno perigoso, o do provocador: raras vezes consegue ser subversivo, a maior parte delas limita-se a ser um chato.

Sinceramente acho que é sobretudo isso que acontece ao Bruno.

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o outro

  • Jul. 11th, 2009 at 11:58 AM
Retardo-me nas últimas páginas do livro. Não tenho vontade de o terminar, pelo contrário apetece-me atrasar o momento da derradeira página. Leio e releio o capítulo dedicado ao encontro com Borges. É irrepreensível. Em todo o capítulo há apenas uma palavra de que não gosto. Tento, sem sucesso, fixar os trechos dos poemas citados. Levanto-me e vou olhar os livros de Borges que tenho na minha estante, e que li há tantos anos.

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Jul. 10th, 2009

  • 10:09 AM
Aún yo no sé quién es
lo que deben saber mis pies
la siguen como las ratas
a la flauta de hamelin
para perderla después
no quiero hablar de este tema
pero es mi mayor problema
ella está siempre empatada
a toda plana
cada mañana
en el diario de mis penas.
Ah, ah me entiende
me tantea
ah, ah me enciende
coquetea
se evapora.
Y yo qué sé
dónde va, dónde vive
y todo está mal
y siempre es igual
y yo qué sé
que no soy detective
la paso fatal
mi chica de humo
mi chica de humo.
No escucha cuando hablo yo
sus ojos dicen que no
y luego me contradice
por placer
para hacer
que un día me ruborice.
Yo ya dejé atrás los veinte
y ella probablemente
no estamos para jugar
no me va a transformar
en crucigrama viviente.
Ah, ah me entiende
me tantea
ah, ah me enciende
coquetea
se evapora.
Y yo qué sé
dónde va, dónde vive
y todo está mal
y siempre es igual
y yo qué sé
que no soy detective
la paso fatal
mi chica de humo
mi chica de humo.
Y quién te crees que eres tú
siempre tu, siempre igual
y siempre está todo mal.
Ah, ah me entiende
me tantea
ah, ah me enciende
coquetea
se evapora.
Y yo qué sé
dónde va, dónde vive
y todo está mal
y siempre es igual
y yo qué sé
que no soy detective
la paso fatal
mi chica de humo
mi chica de humo.
Y yo qué sé
dónde va, dónde vive
y todo está mal
y siempre es igual
y yo qué sé
que no soy detective
la paso fatal
mi chica de humo
mi chica de humo



Fuente: musica.com
EMMANUEL

Como fazer um bolo de chocolate

  • Jul. 10th, 2009 at 12:04 PM


1.       Num recipiente amarelo e bonito, coloque dois copos de farinha de trigo

2.       Primeiro um....

3.       Depois o outro...


 

4.       Um copo de açúcar




 

5.       Um copo de chocolate em pó... afinal de contas, é um bolo de chocolate.


 

6.       Três ovos sem cascas




 

7.       Meio copo de óleo



 


8.       E a parte mais legal: Um copo de água quente!

Tcharaaaaammmm....

 


9.   Agora mexa tudo bem bonitinho, até ficar com esta aparência:



 

10.       Agora é só untar e enfarinhar uma assadeira média e levar ao forno médio, pré aquecido por 30 minutos.

 Enquanto aguarda os 30 minutos, pode lamber a tigela. Ou ler um livro. Ou simplesmente, lavar os utensílios utilizados.

 



 

11.       E quando você menos esperar, o bolo estará assim:



 

Eu ainda fiz uma cobertura suuuuuper light com creme de leite, a mesma medida de chocolate e a mesma de açúcar até ferver e joguei por cima:



 

Depois é só arrumar a cobertura bonitinha...... E pronto!!!!!!!!! Fácil, fácil.

 

Jul. 10th, 2009

  • 7:38 AM

Eu disse que voltava logo, não é

Pois então... como diz o Toni Ramos na novela das oito: “Minha palavra é tão segura quanto leite de mãe”. Hehehehe

Sábado passado fui ao salão do turismo e sem comentários. Muita desorganização, muito “mais do mesmo”, pessoas mal educadas.... uma vergonha chegar ao quarto ano sem nenhuma mudança! Só perdi tempo e paciência.

Maaaaaaaaasssss, quem tem uma sogra como a minha não consegue ficar parada!!!! Ela faz com que eu me sinta a Cinderela.
Passei o domingo na casa dela limpando chão, banheiro, escada, móveis.... muita gente ficaria orgulhosa de mim. É que ela foi viajar e passou uma semana fora. A casa tava toda nojentinha, não existia a mínima condição de habitação naquele local.

Mudando de assunto, rapidamente.... no trabalho eu leio muitos blogs que ensinam como fazer coisas. Assim, como fazer as unhas, como fazer maquiagem, como fazer comidas, etc, etc. E tenho sentido uma vontade absurda de mostrar aqui uns posts  nesse estilo. Lógico que eu não tenho talento nenhum para isso, minhas fotos serão criticadas e blábláblá.... mas eu sei fazer uma porção de coisas legais!!!!!

Mês passado eu trabalhei dois finais de semana no plantão emergencial da minha empresa e levei um bolo de chocolate para “ficar amiga” do pessoal , tipo índio chegando em tribo alheia em missão de paz. Para minha surpresa, tinha gente lambendo o potinho.  Fiquei muito feliz, porque naquele dia eu acordei às seis horas da manhã para fazer o bolo!!!! E como estava todo mundo em casa estava dormindo ainda, me arrisquei a brincar de fotografar o passo a passo.

 

Aguardem cenas do próximo post.

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serbis

  • Jul. 10th, 2009 at 8:40 AM
Já tinha visto um filme do realizador filipino Brillante Mendoza, Pantasya, e não tinha achado grande piada. Mas vi agora Serbis (Serviço) e gostei bastante. Tenho ideia de o filme ter sido exibido num festival de cinema português, creio que no IndieLisboa, mas não tenho a certeza.

O filme é todo construído à volta (ou melhor, dentro) de um velho cinema, daqueles enormes, com plateia, balcão e muitos foyers, que está completamente decrépito, sujo e degradado, e cuja programação consta de filmes pornográficos, em sessões frequentadas sobretudo por homossexuais à procura de engates. O velho cinema chama-se Family, é gerido por uma família que vive nas próprias instalações, e constitui o palco da sua luta pela sobrevivência.

O edifício é, e isso para mim é o mais fascinante do filme, a sua principal personagem. O modo como são ocupados os espaços, o forte contraste entre a função para que foram criados e a sua actual utilização, o modo como esses espaços cederam e tiveram de se adaptar, a maneira como o filme vai percorrendo e desvendando os circuitos, os corredores, as escadarias, como entra e sai das salas, tudo isto dá ao edifício um carácter quase orgânico. Como se fosse um barco que navegasse através das ruas da cidade (como o edifício da companhia de seguros no início do filme dos Monty Python, The Meaning of Life), a qual quase só se entrevê a partir do interior do próprio cinema.

Apesar de as personagens não serem muito desenvolvidas do ponto de vista dramático e de lhes faltar alguma espessura e densidade, a família e os clientes do cinema e do seu restaurante (enfim, por assim dizer) constituem o outro polo de interesse do filme. Muito pelo modo como a câmara ora os vai seguindo nos seus percursos labirínticos pelo interior do edifício, um pouco como se estivesse à procura do seu desígnio, ora como se detém a contemplá-los, na expectativa de uma revelação. Se a personagem da matriarca da família se assume como o pólo dinamizador da narrativa, para mim as personagens essenciais do filme são, como é óbvio, as de Nayda e Alan, respectivamente tia e sobrinho, que nos seus papéis muito contrastantes, simbolizam os dois vectores que marcam esta família: uma tenaz vontade de sobreviver, e um inelidível desejo de evasão.

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Writer's Block: Duos

  • Jul. 9th, 2009 at 11:34 AM

Sam and Diane, Ross and Rachel, Chuck and Blair—who is your favorite TV couple?


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Felix and Oscar...

crimes e escapadelas

  • Jul. 9th, 2009 at 9:07 AM
Todo (ok, quase todo) o dia de ontem enfiado num auditório enorme, à cunha, a participar numa mega feira das vaidades, hardcore 1º escalão, muito auto-congratulatória(!), com laivos de comício pré-campanha eleitoral. Já há muito que não saía da minha toca e estava desabituado do cerimonial dos beijinhos, dos bolinhos secos, dos jarros de sumo de laranja, e dos 'olá, tá bom?'.

Salvou a jornada a escapadela para um magnífico almoço no restaurante Ibo, ali escondido junto à estação do Cais do Sodré, voltado para o rio, e que nos traz a memória tropical e terna dos sabores de Moçambique.